Vou fazer a análise do jogo apenas porque o FC Porto jogou. São jogos feitos com circunstâncias especiais, com onzes elaborados mais a pensar na preparação individual do que na questão colectiva. Nem o plantel está definido - acredito que muitos irão sair, outros entrar - nem os onzes são baseados na melhor combinação para vencer o jogo.
O Osnabruck está num índice de preparação diferente, mas mesmo assim as oportunidades de golo foram muitas e variadas. Não achei grande piada a André Silva descaído à direita (melhorou muito ao voltar à sua posição natural na segunda parte).
Não há nenhuma conclusão a tirar deste jogo, à parte de que gostei mesmo muito da atitude de Felipe e achei surpreendentemente positivas as prestações de João Teixeira e de Alex Telles.
Os próximos dias irão aproximar muito mais o FC Porto da equipa que, seguramente, Nuno Espírito Santo deseja. Achei importante que este tenha destacado a eficácia como a principal pecha do jogo. Poderíamos e deveríamos ter goleado.
