quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Análise FC Porto 3-1 RB Leipzig - Vitória Na Marra Embalada Pelo Querer


É nas grandes dificuldades que se vê a grandeza dos grupos, e este grupo do FC Porto de Sérgio Conceição é realmente um grande colectivo, cheio de união, amizade, amor e querer. A análise dos lances vai ser feita ad nauseaum, portanto vou concentrar-me noutro aspecto: só mesmo um FC Porto à Porto pode reagir desta forma a um puxar de tapete tão cedo.

Aqui ninguém baixa braços, ninguém precisa de "derrotas vitórias morais" nem de tirar o bom do mau - não nos descansamos enquanto não lá chegamos. Em Leipzig tínhamos ficado com um amargo de boca. Os primeiros 50 minutos faziam prever o pior. Então que fizemos? Fomos à luta.

O FC Porto - apoiado inequivocamente pelo Mar Azul - foi para cima do adversário e soube arrancar-lhe a vitória que soube por fazer merecer. Nem lesões, nem inversões de tendência, nem alterações de resultado nos deixaram melindrados.

As pernas não tremeram quando Maxi, que não jogava há uma porradona de tempo, atirou ao canto esquerdo e fez repousar a redondinha na rede de golo da baliza do RB. Foi assistido soberbamente por Aboubakar. Mas antes foi embalado por um Mar que soube sempre acreditar! Notável!

Saímos do Dragão todos rotos, alguns lesionados. Outros cansados. Afinal, era mais uma final. Estivemos à altura.

Esta pressão faz diamantes. Este grupo faz vitórias. à pressão. Na garra. Na marra! Rumo ao apuramento! 

Na Europa do futebol, só uma equipa escreve uma página digna. Essa equipa é o FC Porto!


domingo, 29 de outubro de 2017

Análise Boavista 0-3 FC Porto - Feio, Porco e Muito Mau


Noite quente de Verão, em pleno Outono, em vésperas de Novembro, casa compostinha no Estádio do Bessa, onde tive a felicidade de estar, em excelente companhia. A bancada coiso (Norte, Sul? whatever!) dos Dragões completamente cheia de um imenso e assoberbador Mar Azul, a abafar por completo as gentes da casa.

Derby da Invicta, portanto, com todos os ingredientes para ser aquilo que sempre foi - aqui não há solidariedade, apenas rivalidade. À antiga. Sem amor algum. 

Entrada má - Sérgio Conceição acabaria por concordar - da equipa em campo, sem conseguir construir a partir de trás, com um jogo directo perdulário e a funcionar em reacção, em virtude do maior povoamento do meio campo boavisteiro e de uma entrada perdulária e de vistas curtas por parte de Herrera e de Danilo. Mais uma vez se sentiu o fantásma de Leipzig, mais uma vez se viu uma equipa com muita vontade e pouco tino, ainda assim comandada pela batuta de um Brahimi absolutamente endiabrado e imparável. Mas até foram mais as investidas e consequentes oportunidades do Boavista, tendo havido até uma excelente defesa de José Sá a um remate que daria golo. Terminaria, pois, a primeira parte com um ascendente da formação da casa que se entendia, dado o pouco povoamento do meio campo.


Segunda parte com a atitude corrigida, um FC Porto um pouco mais consistente e subidinho, e cinco minutos volvidos, o golo. Excelente jogada de envolvimento e de variações, com Aboubakar, qual Jackson, a descer e a fazer o tal povoamento que faltava, bola à direita para Corona, cruzamento para Brahimi, cruzamento rasteiro para a finalização de Abou. Assim explodia o Bessa, da acumulada tensão de um jogo rasgado, agressivo e nem sempre bem jogado. Aos 70 minutos, Sérgio reage aquilo que era óbvio, o despovoamento do meio campo, com a saída de um bom Corona, que antes tinha visto o filme do ano anterior repetido (ver nota abaixo) e a entrada de André André. Isso permitiu a Herrera a subida no terreno e, consequentemente, passado pouco tempo, depois de passe de André André, cruza para o golo da tranquilidade, por Marega, sempre com um óptimo sentido de oportunidade que lhe é característico. Passado cinco minutos, o mesmo AA serve Brahimi para o seu merecidíssimo golo. Assim, acabava a partida, com um resultado muito superior à qualidade do jogo demonstrada. 

Não gostei que SC não tivesse visto mais rápido o que toda a gente conseguia ver. Se conseguiu o primeiro golo, foi por um conjunto sólido e unido - que sim, é mérito dele. Mas não posso dizer que aprecie este futebol de vertigem, sem verdadeiro controle ou jogo pensado, mesmo com mais um homem a povoar o meio campo. Vejo nele um potencial para o erro que não parece despiciente. No entanto, não se pode contrariar um dos melhores arranques de sempre do Futebol Clube do Porto. Uma vez mais, adoro não ter razão.


Claro que tudo isto seria mais fácil, não fosse a ridicularia que foi a arbitragem de Hugo Miguel. A forma como foi sempre sendo "pedagógico" com os jogadores do Boavista enquanto ia varrendo de amarelos estúpidos os jogadores do FC Porto (Marcano por protestar, quando todos os jogadores do Boavista o fizeram múltiplas vezes, Corona por uma entrada absolutamente normal, Herrera por nem tocar em lado nenhum, só para dar exemplos) mostra o verdadeiro cabeça de falo curto que alí vai. Mas para os livros vai mesmo o amarelo a Aboubakar por... ousar ir festejar para dois lados do campo, como se pode ver nesta imagem em cima, ao passo que um jogador do Boavista quase arrancar, pelo segundo ano consecutivo, a perna a Corona não deu mais que um amarelito, quando deveria ter sido um claríssimo vermelho.  

O amarelo a Abou é, em si mesmo, a explicação e a demonstração do porquê do nosso campeonato ser o que é, em termos de intensidade, velocidade e apelo ao exterior. Com arbitragens destas, tendenciosas e vaidosas, não sairemos nunca da cepa torta!

Por último, adorei ouvir Simãozinho, o lambidinho, projecto falhado de Mourinho, a dizer que aquilo tinha sido tudo dele e ele é que tinha falhado nas substituição. Não, lambidelas, tinhas de arriscar porque senão perderias na certa. Nós é que fomos demasiado fortes para ti. Apesar de te permitirem tudo. Continua assim que vais bem. 

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

O Duro Derby


Está, então, terminado o "caso Casillas". Sérgio Conceição foi, como homem de grande carácter e frontalidade, capaz de admitir uma conversa com Iker Casillas sobre aquilo que ele queria ver mudado na sua postura nos treinos "até em período de selecções". Era, então, uma questão, realmente, técnica. Deixou ainda a entender que voltou a ver empenho por parte de Iker e que este estava em condições de "lutar pela titularidade" com José Sá e os outros guarda-redes do plantel. 

Para mim, não restam dúvidas, então, que nos próximos jogos Casillas estará de volta ao seu legítimo lugar - entre os postes. 

Tem, naturalmente, razão SC de exigir o mesmo empenho de todos os atletas e deixar claro que não há filhos e enteados dentro do mesmo. Óptimo. Em rigor, não contesto a justiça ou mesmo o direito a essa decisão - é plena. Contesto, provavelmente, o timing da mesma, mas nada mais.  Qualquer posição no onze titular tem de ser fruto de mérito, empenho e esforço, nada mais do que isso. Nada de estatutos ou lugares garantidos, seja para Casillas, seja para quem for. Fica claro que assim é. E isso só pode ser uma boa notícia. Ser uma meritocracia traduz qualidade nas opções e empenho nos jogadores.


Com isto, amanhã estaremos a jogar o derby da Invicta, sempre duro e rasgadinho, com o conjunto Boavisteiro a ser, a esta altura, treinado por Jorge Simão, que tem sempre alguma coisa a provar. Como vamos ser arbitrados pelo "querido" Hugo Miguel que, entre outra coisas, foi o autor da expulsão de Brahimi em Braga... já sabemos que a inclinação costumeira continuará a acontecer. Mas o FC Porto, que desta vez jogará depois de saber o resultado dos seus concorrentes directos, tem tudo para trazer da Boavista os 3 pontos e seguir em frente na sua marcha até à avenida dos Aliados, em Maio próximo.

Esperam-se 8000 pedaços do Mar Azul nas bancadas, o que demonstra o tamanho do apoio que o FC Porto continuará a ter.

Se alguma coisa estes últimos dias, com as todas de posição de que falei no post anterior aconteceram, demonstra, é justamente o quanto é importante nunca perder os 3 pontos. É uma situação ingrata, indigna e estúpida, sem dúvida. Será, no limite, insuportável, talvez. Mas, se outros têm latitude e ajuda - ás vezes, meramente cumprindo as regras - por parte de quem gere, essa questão não cabe na vida Portista. É ganhar ou ganhar, ou então ficar irremediavelmente para trás. Porque estamos contra tudo e contra todos. Não temos latitude para rigorosamente nada.

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

O Dilema da Carica e a Demonstração do Poder


É o velho dilema da carica... esta taça tem uma espécie de kryptonite no FC Porto... não ganhamos há uma série de jogos e fazemos exibições miseráveis, sempre baseadas no mesmo erro. As equipas não têm entrosamento e as opções contrariam toda a lógica de quem quer encarar a competição a sério. Assim sendo, o 0-0 final não surpreende. Não me vale a pena discorrer muito sobre os jogadores. Prefiro dizer, isso sim, que se se quer vencer esta competição, tem que se encarar a mesma como tal. Não pode ser ofensivo que se comece primeiro com um onze forte e entrosado - ou pelo menos a maioria do mesmo - e depois se vá rodando peças quando a ocasião se demonstrar útil. Assim, não vamos lá.

Gostei de Felipe a capitão, gostei de Reyes e claro, continuo a achar a relegância de Óliver para fora do onze um escândalo. Pelos vistos não sou o único. E ainda estou para perceber porquê.

Ao mesmo tempo, hoje foi um triste dia, em que o Presidente da Federação Portuguesa de Futebol foi à Assembleia da República mundo de SMSs que fazem crer que as ameaças e as escutas sobre si vêm de pessoas... do Norte e, claro, deixa no ar que possam ser Portistas. O senhor Fernando Gomes sabe que tem de apoiar o sistema para chegar onde quer chegar. A sua fome de poder fá-lo renegar as origens, como bem escreve o grande Rui Valente. Na mesma lógica, numa clara demonstração de poder e corrupção, as declarações de Luciano Gonçalves e de Pedro Proença demonstram bem que o status quo  está muito bem para doutas personagens e que a percepção internacional da anedótica corrupção desta liga não interessa rigorosamente para nada. É neste ambiente em que micróbios como o senhor Meirim podem viver e replicar-se. E tomar decisões destas.

O Polvo está forte e tentacular. Esta vai continuar a ser uma dura batalha. Porque agora estamos fortes em campo. Mas... e se não estivermos? Seremos engolidos!


terça-feira, 24 de outubro de 2017

A Culpa é do Cavani - Mjölnir


Um episódio particularmente bem disposto do Cavani, como seria de esperar depois da badocha vitória frente aos Lenhadores de Ferreira. Incursões sobre os bons valores da B (já repararam que somos o único podcast no Mundo que cobre o FC Porto B? UM ORGULHO!), ainda o duo Sá/Casillas, o VAR, o Etebo, o trailer do Thor: Ragnarok e o potencial problema do Herrera com sotaques e com preservativos. Anteviu-se também o jogo contra o Leixões e regressou a rubrica fixa, desta vez com o “Worst Of” dos defesas direitos, com duas eleições de enorme nível para o mérdite (era zénite mas em merda. carry on.) do futebol portista. 

E inaugurou-se o trema nos nomes de episódios. Um trema. Só para verem a elite que aqui fala.

Quem quiser continuar a ouvir pelo site, tranquilo, é só usar o leitor que está embutido no post de cada episódio. Quem ouvir usando uma app, seja iTunes, Podcast Addict, Pocket Casts, Podcast Republic ou tantas outras que por aí andam, pode encontrar o Cavani aqui:

Feed RSS: http://aculpaedocavani.porta19.com/feed/mp3/
iTunes: https://itunes.apple.com/pt/podcast/a-culpa-%C3%A9-do-cavani/id1276400376 ou através da store
YouTube: https://goo.gl/QH46Ux
PlayerFM: https://player.fm/series/a-culpa-do-cavani-1512907
Stitcher: https://www.stitcher.com/podcast/jorge-bertocchini/a-culpa-e-do-cavani

domingo, 22 de outubro de 2017

Análise FC Porto 6-1 Paços de Ferreira - Ópera à Moda do FC Porto


Noite fresca no Dragão, 40 mil nas bancadas, expectativa após o desaire em Leipzig, saber se tinha ou não um FC Porto à moda antiga. Obviamente, sorri largamente quando me pareceu ver o fantasma de Bobby Robson, de polegar levantado, atrás da baliza, logo a seguir ao golo de Ricardo Pereira, felizmente regressado, com uma exibição soberba. Adivinhava-se, tão cedo era marcado o golo, que o FC Porto estava ali para demonstrar algo.

É certo que uma nuvem negra chegou a assombrar - Herrera fez um passe à queima e Whelton aproveita para marcar um golaço à Hulk, no meu entender, absolutamente indefensável para José Sá.
Notou-se, infelizmente, algum nervosismo nos minutos seguintes, só que o seu colega de sector Felipe resolveu dar-lhe um bom bálsamo, na forma de um excelente golo, e dar descanso ao seu guardião. Também é curioso que após essa altura, exorcisou-se o Herrera do corpo de Hector Miguel, que arrancou para uma boa exibição, estando em todo o lado do campo e imprimindo a velocidade demolidora para que os seus colegas da frente se exibissem em todo o seu fulgor.

Assim foi. Brahimi e Marega pegaram no testemunho e partiram a loiça toda com golos e oportunidades, jogadas e combinações de encher o olho. 4-1 no fim da primeira parte, goleada das antigas, um jogo brilhante e muito bem conseguido de toda a equipa, a lavar-se do desnorte alemão com classe e imposição, à qual um Paços que até tentou, nada conseguiu fazer para contrariar. Pelo meio, ainda houve alguma esperança pacence, mas fez uma excelente defesa em voo e desviou para canto, socando o dito para lá de Bagdade. 

A segunda parte trouxe, ao contrário do que se faria supor, mais da mesma toada agressiva e dominadora que se tinha visto na primeira parte, desta vez com Jesus Corona a fazer as delícias e as honras da casa. Felipe ainda viu um golo (bem) anulado, mas nada iria estragar a festa de golos do Dragão. Estava restabelecida a ordem natural das coisas e a distância devida para os nossos adversários. Em estilo, com classe. E também um recorde. 5 goleadas em 5 jornadas no Dragão. Que mais se pode querer?


Não deixa nunca de ser normal nunca é o daltonismo inverso que sofrem os árbitros em relação ao FC Porto. Fábio VARíssimo não viu esta mão ostensiva - um enésimo penalti - que retirou o merecido golo a Yacine Brahimi. Normal, diriam uns. Anormal, digo eu. Até quando? Sim, é certo, cumprimos a máxima de que fomos muito melhores e assim ultrapassamos os "erros" da arbitragem, mas é por estas e por outras que o nosso campeonato é uma anedota, e há quem muito se esforce para manter o status quo. Escavando e escavando até que a nossa liga chegue às últimas da Europa. Desde que se salve o regime...

Por mim, porque os elefantes matam e eu não quero morrer hoje, achei a exibição de Sá normal para as circunstâncias. É o guarda-redes do meu Clube. É quem o treinador escolheu, é quem eu defendo. Acho que Casillas é muito melhor e experiente. Sim. Critico a decisão do treinador, que considero errada? Sim. Deixo de apoiar a equipa, jogadores e treinador? Nem pensar. O treinador faz as suas escolhas, é responsável por elas. Reconheço em Sá talento. Não tem experiência? Não. Poderíamos jogar com essa enquanto por cá a temos? Claro. Está na hora de mudar de Clube? Nem pensar! Quem decidiu, está decidido. A partir daí é com o treinador e equipa. Eu só vim aqui ver a bola! E que feliz que eu estou com isso!


quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Análise RB Leipzig 3-2 FC Porto - Das Opções Técnicas


Tenho lido as análises daqueles que se antecipam sempre a mim nas suas crónicas ao jogo, e muito me espanta que não comecem pelo principal. A análise à substituição de Casillas não se pode cingir à capacidade técnica, embora também possa. Deve ser vista de uma forma profunda, porque pode - embora não deva! - ser um triste ponto de inflexão nesta equipa.

Ponto primeiro. José Sá é o menos culpado de tudo isto. Nem sequer vou analisar o seu jogo. Era, lamentavelmente, o esperado. Sá não tinha feito qualquer jogo na primeira liga e foi lançado contra a mais mortal equipa do nosso grupo. José Sá cometeu um erro?  Estava nervoso, estava sem ritmo. Era o mais provável.  Sérgio arriscou com Sérgio Oliveira e venceu. Contra as probabilidades. Desta vez perdeu.

Não vou destacar as qualidades técnicas de Casillas - é um dos melhores guarda-redes entre os postes DA HISTÓRIA DO FUTEBOL. E isso tem de bastar.  Falo do principal, daquilo que é o mais complicado. Iker Casillas é o de facto líder deste grupo. Já aqui falei várias vezes da braçadeira. Mas uma coisa é certa, com e sem ela, é evidente que se nota e muito as suas orientações, a sua voz de comando, o seu gravitas que dá confiança e rumo à equipa.

Sérgio Conceição resolveu retirar isso à equipa por opção técnica! Os jogadores pareciam umas baratas tontas, sem saber o que fazer? Pois, naturalmente! Sem liderato, qualquer equipa se torna banal! A única coisa que justificaria a saída de Casillas seria uma lesão! E digo já, não acredito que Casillas tenha desrespeitado SC, uma vez que a experiência assim o dita. Se não é lesão, é uma jogada tosca de poder que saiu completamente furada.

Vai Sérgio a tempo de a rectificar? Sem sombra de dúvida! Sábado, Casillas na baliza. E pronto, siga. Qualquer outra coisa, é teimosia. 

Mas nem só dessa opção surge a perplexidade. A substituição de Ricardo Pereira por Layún foi outra furada. Layún fez um jogo pavoroso e nervoso. Continuo sem perceber a opção.

Naturalmente, não basta estes erros para justificar a derrota. O Leipzig é uma equipa forte, rápida e bem trabalhada que engoliu literalmente o nosso meio campo - e não, não é no meio de um jogo frenético que Óliver iria fazer grande coisa, embora se tenha notado naturalmente uma melhoria, ainda que ligeira - e fez do ataque aquilo que quis.  E depois, porquê tirar um Brahimi que estava a lutar bravamente com tudo o que tinha,  por Corona,  e deixar em campo Marega que, claramente, não estava fresco? Estas opções técnicas! Difícil de entender!

Se o nosso plantel não é vasto, chega de golpes de asa! Os melhores têm de jogar, e cada coisa a seu tempo. Esta saiu mal, Sérgio. Vais a tempo de a rectificar. Nada está perdido neste grupo de doidos, onde um Besiktas poderoso - quem diria! - foi o único a ganhar sempre. Ganhar grupo? Sem dúvida. Powerplays? Esquece!