quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Incorporar A Mística


Cândido Costa era ontem um homem cheio de razão, ao destacar no pós-match (*) o lance do amarelo ao Danilo. Aquilo foi um lance para recordar, não propriamente pela justiça arbitral, mas pela comunhão total que se viu na equipa toda. Aliás, depois da expulsão do soneca Imbula (**), notou-se uma entreajuda e uma ligação quase umbilical entre os jogadores. Isso é de louvar muito.

Em tempos que se fala muito de "falta de Mística", acho que ontem ficou demonstrado que não falta Mística aos jogadores e técnico Portistas. Se nós queremos jogos de demonstração de suor de camisola, o de ontem foi total. Dobras de colegas de sectores diferentes, incentivo permanente de uns aos outros, defesa a cada lance do um por todos, todos por um. E aquele momento em que o "patinho feio" Herrera sai pelo meio campo fora a ser puxado para trás por todos os jogadores do Boavista, qual touro, é algo de uma disponibilidade que não vou esquecer tão cedo.

Outro exemplo é o de Brahimi. Quem o viu, a alguns momentos da época passada, entre a displicência e a pura indiferença, não diria que é o mesmo que ontem se entregou de corpo e Alma ao jogo, no ataque e na defesa, a nunca dar uma bola como perdida ou um lance como desperdiçado. E a forma como ele festejou a defesa do Helton, também demonstra o quanto está, a esta altura, connosco.

E por fim, que melhor exemplo do que este? Tão raro e bonito de ver, esta amizade entre colegas da mesma posição, entre lendas, uma do FC Porto e outra, bem.., do mundo inteiro. A forma como um puxa pelo outro e está genuinamente feliz quando o outro se sai bem, é algo de comovente e só possível em duas pessoas que se sentem em casa no Grande Clube onde estão. Aliás, o Twitter do Casillas isso o demonstra, alguém com bom humor e felicidade, como provam estes dois tweets. ("#esperasentado" é muito bom).

Estamos neste momento com um capital humano muito forte, que poderia ser aproveitado para nos levar ao Querer que é necessário para vencer. Mas não iremos aproveitá-lo porque temos uma SAD muda e calada, alheia a tudo o que é injusto às suas equipas, quer no futebol, quer nas modalidades. Um silêncio que se estranha e, como uma parede de lixa, cria um atrito que sangra. Se alguém - e eu fui um deles - pensa que este silêncio é estratégico, desengane-se. Já o disse e repito: Se o nosso Presidente não está com vontade ou não se sente capaz de falar, que alguém o faça por ele!

Consentir o corporativismo que vemos no Tribunal d'O Jogo de hoje, sem uma resposta adequada, significa também dizer que se está de acordo com os reiteirados, sistemáticos e desenvergonhados atropelos à justiça daquilo que se deve passar em campo. Não pode haver regras diferentes para uns e para outros, constantes inclinações de campo e número assimétrico de jogadores! Se a nossa SAD permite que o FC Porto continue a jogar contra 14, como esperam que a equipa sinta motivação para se superar, jogo após jogo? Nem tendo uma referência histórica no comando técnico da equipa? Nem tendo um grupo forte e solidário? Nem tendo os adeptos cheios de esperança num renascer da Mística Portista? Líderes fracos fazem fraca a forte equipa! E que tal questionar que, se Imbula foi expulso na primeira falta que fez digna desse nome, quantas vezes seria o amigo Idris expulso? Cada vez dá mais a ideia de que temos chefes de empresa e não de Clube! Acordem, carago! Assim não vamos lá!


(*) Tiago Marques não tem culpa, mas estaria alguém a querer muito que se acabasse a correr um pós-match onde tanta coisa aconteceu, para ver um qualquer programa de carácter generalista que vinha a seguir? Se o próprio Porto Canal pouco fala do FC Porto, como esperam que os outros falem?!

(**) Imbula faz-me lembrar aqueles alunos do tempo do liceu que, tendo capacidades e inteligência para mais, têm tal displicência e tédio, que o seu empenho é perto de nulo e a sua valia não é posta à prova. Se algum clube der o que a SAD pede por ele - sim, não vai de borla - pois que vá, ninguém quer cá jogadores contrariados!


E, por fim, referir apenas que há coisas que nunca mudam. Por muito que disfarcem, o desprezo e azia que os sulistas centralistas nos votam, transpira-lhes pelos poros. Continuem a tentar! Ainda não é desta que o Norte é ultrapassado! Parafraseando Iker Casillas, #esperemsentados!

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Análise Boavista FC 0-1 FC Porto (Quartos de Final Taça de Portugal)


Como definir esta partida? Acho que este jogo é um sério aviso aos senhores da SAD. Um árbitro a roubar-nos indecentemente, uma equipa a poder jogar cacetebol e outra a jogar futebol. Há que começar a jogar o mesmo jogo que os adversários, ou então continuaremos a ser vítimas deste género de coisa. 

Posto isto, mudar de treinador não muda tudo. Sem um pêndulo no meio campo, onde faltou André André, o FC Porto voltou a ter tracção atrás e a repetir os mesmos erros. Há muito trabalho pela frente para soltar as amarras mentais da excessiva lateralização. A forma como o Boavista encostou o FC Porto às cordas, mesmo antes da - injusta - expulsão de Imbula, mostra que o FC Porto não sabe reagir com qualidade à pressão.

Helton salvou-nos hoje. Tivemos a sorte do jogo. Não devemos confiar na sorte. Vai ser preciso muito mais.


Helton - Um Capitão mostra-se nestas alturas. Tivera, antes da defesa do penalti, um erro grosseiro que quase empatava a eliminatória. Mas soube dar a volta e ter a frieza para compensar o erro.

Brahimi - O rasgo individual que contrariou a maré lateralizante levou-nos às meias e, muito provavelmente, ao Jamor.


Não chega mudar o treinador - Aqueles que pensaram que o FC Porto estava já mais atacante puderam tirar o cavalinho da chuva. Há muito trabalho a fazer, ofensivamente e defensivamente. Apesar de se notar que temos uma equipa solidária e com espírito de sacrifício, nota-se que ainda não sabe como dar a volta ao modelo e ainda está insegura. Muito a rever em muito pouco tempo....

O verdadeiro artista - A arbitragem de hoje é impronunciável. Claramente encomendada para quebrar a ambição de um qualquer título Portista, teve um só fim: prejudicar-nos do primeiro ao último minuto. Jogar 10 contra 14 é hercúleo. E, repito, a política de silêncios da SAD não pode continuar.

Antevisão Boavista FC - FC Porto (Quartos de Final Taça De Portugal)


Segundo derby numa semana com os conterrâneos axadrezados, um jogo completamente diferente, como diz - e bem - Rui Barros. Espera-se um Boavista mais agressivo, a procurar a vitória desde o início, com bastante pressão ofensiva, numa táctica de quem sabe que não tem nada a perder e tudo a ganhar.

Do nosso lado, há que dar tudo por tudo para seguir em frente na competição que, realisticamente, está mais ao nosso alcance. É necessário um FC Porto que confirme a maior tendência ofensiva, mas que vá corrigindo os buracos na transição defensiva que foram verificados no jogo anterior.

Casa cheia de Dragões no Bessa, que isso signifique o continuar da tónica de apoio à Porto. Não teremos André André, com fadiga muscular, mas temos todo um leque de boas soluções para o meio campo. A fase seguinte é tudo o que importa.

Helton e Casillas (guarda-redes); Maxi Pereira, Martins Indi, Marcano, Rúben Neves, Varela, Brahimi, Aboubakar, Tello, José Ángel, Evandro, Herrera, Jesús Corona, André Silva, Miguel Layún, Danilo Pereira e Imbula.

(4x3x3): Helton; Maxi, Marcano, Indi, Layún; Danilo, Imbula, Herrera; Corona, Aboubakar, Tello;

NOTAS: Ontem, no seu tempo de antena, o senhor Rui Santos resolveu voar pelo FC Porto, não se referindo ao jogo no Bessa, só aos "casos". Referiu-se também ao sinal de fraqueza do NGP com Lopetegui. O mesmo discurso de sempre, não surpreende. Fantástica, no entanto, é a hipocrisia de falar do abandono da SAD a Lopetegui. Não sendo mentira, é, no entanto, absurdo que venha de uma pessoa que, sempre que dizia esse nome, mostrava um sorrisinho malandro e batia no treinador basco até não poder mais. Um pouco de vergonha na cara, senhor Ruizinho! A esta altura, já todos os leitores regulares deste blog devem estar alertados para esta ratazana, mas nunca é demais sublinhar o vil que é o sujeito.

Giro, também, é vê-lo falar do seu sportem. Primeiro fala da - claramente premeditada - agressão do Slimani, mas depois refere a "campanha de desvalorização" do pobre argelino. Tadinho! É um santinho! Um mártir! Envergonhe-se, homem! Depois de anos e anos a bater em tudo o que era um toque mais agressivo de qualquer jogador do FC Porto como uma "bárbara agressão", defender este bully é da mais despudorada sem-vergonhice! E vindo de alguém que passa a vida a bradar aos céus que é isento, ainda mais!

Para aqueles que acham bem uma SAD silenciosa, aqui têm um belo exemplo do que se passa na segunda circular. Sim, porque no sportem é exactamente o mesmo! Daí, esta política de "caladinhos é que estamos bem" dá campo aberto à lavagem cerebral, calculado ao píxel, como está bom de ver, dos inimigos! Acordem, gente!

Por último, não vou comentar nomes de hipotéticos treinadores. Quem for, quando for, será o treinador do FC Porto, portanto, para mim, o melhor de todos.

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

United Colors Of Porto Canal


Caríssimo Júlio Magalhães,

Bem sei que para si o mundo é lindo e cheio de cores. Bem sei que, para si, andamos todos de mãos dadas por um infindo verdejante prado, para lá do arco-íris. 

Lamentavelmente, nem todos vivemos no seu justo e equitativo mundo. Alguns de nós, cá em baixo, sofremos com o vilipêndio generalizado ao Nosso Grande Clube, esse que detém o canal onde trabalha. Assistimos ao gozo indiscriminado dos nossos e das nossas cores, que o meu querido Júlio fez o favor de esbater ainda mais, ao colorir de cores mil o logótipo do seu canal. 

Estávamos cheios de esperança em "sentir+" o FC Porto no "seu" canal. Claro que não! Afinal 1h40 minutos de programação original diária, em 24, é mais do que suficiente, verdade? Quem é que, nessa hora e quarenta - tantas e tantas vezes com conteúdos repetidos ad nauseam - não se sente já farto de tanto FC Porto? O que importa é mimetizar o pior da TVI, mas em fraco! Isso sim, é que é honrar a FC Porto Media!

A mim, não me apraz dizer nada pelas filhas de administradores fazerem parte do Porto Canal. Não é o mais ético e correcto do mundo, mas pensar que se chega a apresentador de um qualquer programa televisivo, em qualquer que seja o canal de televisão, sem nepotismo ou amiguismo, é pura fantasia e crença num qualquer El Dorado. Mimetizar os comportamentos dos outros é que é, verdade?

Mas, confesso, gostava de ter estado na reunião de brainstorming onde se chegou à conclusão de que, o que faltava mesmo, era meia hora de informação desportiva a exultar os feitos dos nossos rivais! Quem foi o génio que teve essa ideia? É que esse é mesmo o caminho! É mesmo por aí!

Sabe, eu que sou um bocado mais mono-bi-cromático (só vejo azul e branco) fiquei a sentir uma repulsa e uma ira bastante grande. Fiquei a sentir que se cuspiu, uma vez mais, na memória de Pedroto e de todos aqueles que fizeram do Clube para o qual trabalha, aquilo que é.

No entanto, eu, que até pensei trocar de operadora para a MEO, fiquei aliviado, não terei que fazer. Sugiro, por isso, que enfiem o canal, a programação, os génios que a conceberam e os que a autorizaram, num sítio condizente com o cheiro que emanam.

Deixe os cogumelos, são perigosos, e viva no mundo real! 

Enquanto formos bons rapazes, seremos sempre comidos!

Senhores da SAD, não chega mudar o treinador! Com esta atitude, perderemos o campeonato durante décadas! Um FC Porto sem Porto não existe! Acordem!

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Telegrama: Anatomia De Um Roubo


Continua a bela senda de vitórias "interessantes" do not sportem lisbon. Decisões favoráveis discutíveis, agressões e vermelhos directos perdoados, de tudo um pouco há. Interessante, este #colinhoverde. Uns dias antes, começa pelo presidente, que pressiona a arbitragem, ao "pedir jogos equilibrados". Depois, durante o jogo, claramente o Jasus sabe pressionar para que ninguém se esqueça de crimes passados. E, no pós-jogo, vêm os bullys Inácio, Rogério, Oliveira e Costa e José Eduardo, cada um da sua particular e interessante forma, fazer o spinning para que até a agressão mais bárbara seja lavada e limpa, numa alva e cristalina transformação na mais doce festinha. Se a isso juntarmos um - cada vez mais evidente - spordenguista Rui Santos e uma série de jubilados árbitros que nunca estão de acordo, temos aqui a anatomia de mais um campeonato mentiroso - o segundo consecutivo.

Sei que os senhores da SAD estão ocupados, neste momento, com coisas mais prementes. Mas há que não descurar esta palhaçada. Já se provou que a política de silêncios é suicida. Mudou-se de técnico. Que agora o backoffice tenha a mesma agressividade, defenda o que é seu e deixe de Viver Em Marte. (Rip Ziggy, you will be missed).

Na primeira quem quer cai. Na segunda só cai quem quer.

Nota: É triste, muito triste, que as discussões, neste e noutros blogues da bluegosfera, baixem brutalmente de ritmo quando há coisas positivas no nosso Clube. Não percebo, juro que não, este fenómeno psicológico de querer estar sempre a bater no que, supostamente, se Ama. Evidentemente, o Porto Universal cá estará para a vossa catarse. Mas gostaria de estar aqui para a vossa alegria, contida e não eufórica que fosse. Pensem nisso.

domingo, 10 de janeiro de 2016

Análise Boavista FC 0-5 FC Porto (17ª Jornada)


Velocidade, simplicidade e Querer. Aqui está a diferença. Um modelo ainda presente - com as suas falhas bem vincadas... - mas a deixar o espaço para a rapidez de transições, os desequilíbrios e as variações. Resultado: Cincazero! (® Silva)

Naturalmente, os defeitos não desapareceram de uma hora para a outra, mas o sinal de união, harmonia e vontade está lá. Ainda bem. Há caminho. Quarta feira há mais. Vamos a notas.


Hector Miguel - Aqui esteve o alter-ego super-herói de Herrera, desde cedo a pegar a equipa pelos colarinhos e a ir à luta. Foi o responsável por desbloquear o jogo, mas também por uma ligação boa com Danilo no meio campo, com o "puxar" da equipa ao ataque e pelo Capitanear a sério. O grande plano dele a pedir serenidade à equipa é de antologia.

Danilo - E eis que um bocado de espaço abriu alas para o melhor Danilo, um pêndulo a fazer a variação do jogo e a dar os apoios defensivos assim que necessário. Na linha Fernando, está mais que visto que o melhor, com Danilo, é dar-lhe espaço. Mais uma pedra no caixão do duplo pivot.

Aboubakar - Entrou tímido, nervoso e perdulário na finalização, mas sempre a ajudar, a criar jogadas, a servir companheiros. Assim que Layún lhe serviu, muito bem, a bola e o merecido golo entrou, soltou-se, recuperou confiança e marcou outro belo golo. Que seja a entrada nos eixos que merece e precisa, para poder ser a referência atacante da equipa novamente. Está visto que a confiança, no Rei Bakar, é decisiva.

Raça - Um jogo à Porto, com entrega, superação e vontade de todos. Menções honrosas para os, nem sempre esclarecidos, mas sempre lutadores, Brahimi, Corona - este com um golo de belo efeito - e Layún. É este Querer, esta Entrega e esta Vontade que se quer sempre no FC Porto. O resto vem com o jogo.

Rui Barros - "Os jogadores sabem que o Clube é isto." Simples e lapidar. Claro que muito há a fazer, mas a Poção Mágica esteve com eles. E quem a deu foi o Druida Barros. Pedir um FC Porto à Porto é o que se exigia. Velocidade, ataque, não se deter na margem mínima, não defender resultados curtos. Bravo, Rui! Tal como na Supertaça, conseguiste fazer aquilo que, para outros, é impossível - em apenas dois dias! A maior vitória frente aos axadrezados em 34 anos!


Critérios Veríssimos - Um artista tuga no seu melhor, os amarelos que não são - Maxi à cabeça -, os amarelos não mostrados - falta sobre Danilo à cabeça - e por aí em diante, fizeram um campo bem inclinadinho! Há um fantástico #colinhoverde, há um sempre crescente #colinho, mas um #colinhazul é que não há de certeza!

O que há a melhorar - Evidentemente, ainda se lateralizou muito (diminuiu ao longo do jogo), a transição defensiva é deficiente e a falta de apoios ainda se vê. Mas já não são paralisantes e isso dá um sinal de esperança muito bom.

Antevisão Boavista FC - FC Porto (17ª Jornada)


Rui "piccolo" Barros é um dos meus ídolos do FC Porto de sempre. É-o pela sua intensidade, pela sua garra, pela sua técnica, pela sua velocidade. Mas também o é pelo seu extraordinário carácter, dignidade e por ser uma boa pessoa.

É raro um jogador do FC Porto obter consenso e o respeito que Rui Barros granjeia dos seus adversários. Apesar disso, Rui Barros já saboreou a Poção Mágica do FC Porto muitas vezes. Por isso, não é para mim nada surpreendente que ele vá querer mais velocidade nas transições, como adiantou O Jogo.

Afinal, no meu entender, não é o modelo que está errado per si, mas antes o espartilho táctico que Lopetegui detinha sobre os jogadores, não os deixando aproveitar as suas melhores características, e a lentidão de ter de circular a bola por todos antes de fazer uma jogada que seja.

O alívio de uma nova realidade, uma renovada motivação e uma falange de apoio que promete ser gigante vão certamente ajudar a levar de vencida a contenda. Não se esperam milagres, mas estou certo que uma atitude diferente ajudará a um resultado diferente.

Helton e Casillas, Maxi Pereira, Martins Indi, Marcano e Miguel Layún, Rúben Neves, Herrera, Evandro, Danilo Pereira, André André e Imbula, Brahimi, Jesús Corona, Varela, Tello, Aboubakar e André Silva.

(4x3x3): Casillas; Maxi, Marcano, Indi, Layún; Danilo, Rúben Neves, André André; Corona, Aboubakar, Brahimi;

Nota: Comentar nomes de possíveis treinadores é um exercício de pura perda de tempo. Confiemos que a SAD saiba meditar bem em quem venha e porque venha. Atitude, Raça, Entrega e Ambição não dependem de treinadores. Podem ser ajudadas por eles, sem dúvida, mas só.