- Como era de prever, nem uma linha sobre a arbitragem de Mota no Dragões Diário. Nada. Zero. Nicles. Desnorte e indiferença, veneno para o Futebol Clube do Porto. Já agora, nenhuma reacção à imprensa tendenciosa e maldosa com campanhas contra o FC Porto.
- Tive um arrepio na espinha quando Brahimi disse, na flash interview, que sabia que iria ter um jogo muito difícil. Como assim, carago?! Contra o último classificado?! Até tremo a pensar em quarta-feira então! Julgava eu - erradamente, está visto - que a conversa de "rival muito difícil" era só para fora, mas se é para dentro também, é preocupante! Se vamos encher os jogadores de medo em vez de confiança, estamos tramados!
- Na quarta-feira teremos Bruno Paixão a arbitrar. Se acham que o Mota foi meiguinho...
- Acho injustas as avaliações à qualidade técnica dos jogadores. Acho que temos um bom plantel e que os jogadores, na sua grande maioria, são capazes de fazer muito mais do que aquilo que estão a fazer neste momento, mas a culpa não é, nem de perto nem de longe, sua. Naquele desnorte táctico de constante mudança posicional e de onze sempre diferente, é impossível criar rotinas, fazer ligações, criar empatias. Já muito fazem eles. E se tudo é "muito difícil", a confiança é... zero. A valia de cada um está naquilo que já conseguiram este ano e/ou nas suas selecções. E também, se quisermos ser exigentes com os jogadores, temos de lhes mostrar que há caminho, e não acenar com um abismo.
- Hoje vimos a equipa B empatar com o Covilhã a zero. E ouvimos Luís Castro a puxar pela equipa, perfeitamente. Dizia "Vamos para cima", "calma, ordenem o jogo" e "para a baliza, embora!" algumas vezes. Os jogadores jogam nas suas posições, as rotinas estão encontradas. Nem por isso ganharam o jogo. Mas lutaram. Se assim fosse na A, não estaríamos aqui a falar.
- Se não tivéssemos alternativas e qualidade para mais, estaria preocupado. Como dependemos só de nós e da nossa capacidade de nos motivarmos, não estou. Na quarta feira há que dar uma resposta muito melhor do que esta. Por tudo e todos. Mas para isso é preciso haver constância mínima de onzes, posicionamentos estabelecidos, apoio e entrosamento. Não me parece impossível de tratar disso até quarta. A qualidade e o "sumo" já estão lá. Há que saber extraí-lo. Isso é o que se exige.
- Por fim, não sou capaz de compreender como foi Herrera o capitão e não o é este grande senhor, de uma classe e de um sentido de dever muito acima do próprio treinador. Que assuma, que conduza, que autorize, que de novo dignifique a braçadeira!
- Hoje vimos a equipa B empatar com o Covilhã a zero. E ouvimos Luís Castro a puxar pela equipa, perfeitamente. Dizia "Vamos para cima", "calma, ordenem o jogo" e "para a baliza, embora!" algumas vezes. Os jogadores jogam nas suas posições, as rotinas estão encontradas. Nem por isso ganharam o jogo. Mas lutaram. Se assim fosse na A, não estaríamos aqui a falar.
- Se não tivéssemos alternativas e qualidade para mais, estaria preocupado. Como dependemos só de nós e da nossa capacidade de nos motivarmos, não estou. Na quarta feira há que dar uma resposta muito melhor do que esta. Por tudo e todos. Mas para isso é preciso haver constância mínima de onzes, posicionamentos estabelecidos, apoio e entrosamento. Não me parece impossível de tratar disso até quarta. A qualidade e o "sumo" já estão lá. Há que saber extraí-lo. Isso é o que se exige.
- Por fim, não sou capaz de compreender como foi Herrera o capitão e não o é este grande senhor, de uma classe e de um sentido de dever muito acima do próprio treinador. Que assuma, que conduza, que autorize, que de novo dignifique a braçadeira!
