Não adianta falar do jogo com o Arouca, a não ser para destacar as prestações de quatro guerreiros que deram tudo o que tinham: Danilo, André André, Rúben Neves e Layún. Lutaram contra a corrente do jogo, deram tudo de si, mas não foram suficientes. No entanto, estão desculpados.
Tal como estiveram desculpados Helton, Lucho e Fernando, no tempo de Fonseca.
Tal como esteve desculpado Vítor Pereira e agora Peseiro, por terem planteis curtos e desequilibrados, sem critério nem ordem, para criar nada de novo.
Cabe à estrutura dirigente começar a liderar, abandonar a sua posição amorfa, a sua postura absurda de indiferença sobre os problemas e injustiças que afectam o Clube que dirige.
Cabe-lhes ter respeito pelos ASSOCIADOS que querem sempre, apoiar e ver a sua equipa melhor.
Não, não é qualquer um que pode ser um jogador do FC Porto. Não, não é um trampolim para a Champions. Não, mas não é MESMO uma montra.
O FC Porto tem de valer por si próprio. O FC Porto tem de ser a única prioridade de quem o dirige. Senão, quem o dirige não tem o direito de dirigir o FC Porto! Por muito que já tenha dado! A vida do FC Porto não é Museu. Não há que lhe escrever nenhum epitáfio. Há que lhe dar um rumo, um caminho e uma vida.
Há que ser FC Porto sempre! Está mais que na hora de acordar!
